#JustiçaPorOrelha: Famosos reagem à morte de cão comunitário após agressões em Florianópolis

  • 27/01/2026
(Foto: Reprodução)
Orelha, cão de rua comunitário, é torturado por adolescentes e não resiste aos ferimentos 🐾A morte de Orelha, cachorro comunitário de cerca de 10 anos, após sofrer agressões na Praia Brava, no Norte de Florianópolis, gerou forte comoção nas redes sociais. Celebridades, moradores e protetores da causa animal passaram a cobrar providências das autoridades e pedem que o caso não seja esquecido. A Polícia Civil identificou ao menos quatro adolescentes suspeitos de participar das agressões. Na manhã desta segunda-feira (26), a corporação cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao grupo. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Idoso e dócil: quem era Orelha O que se sabe sobre a morte de cão comunitário No último sábado (24), um novo protesto reuniu dezenas de pessoas na região. Veja abaixo os famosos que se manifestaram sobre o caso: Rafael Portugal Entre as manifestações, o ator e comediante Rafael Portugal publicou na segunda-feira (26) um vídeo que já ultrapassou 5,5 milhões de visualizações. Em tom de indignação, ele lamentou a morte do cão e destacou a crueldade do crime. “Orelha era um cão super dócil, tinha 10 anos e era mascote do local. Por que fizeram isso? Foi pura maldade. Não foi uma pessoa só, foram quatro. É muito triste. Agora precisa ter justiça, e a gente não pode deixar essa situação morrer”, afirmou. Ator e humorista Rafael Portugal lamenta morte do cão Orelha em Florianópolis Reprodução/Redes sociais Tadeu Mello O ator e dublador Tadeu Mello também se manifestou nas redes sociais. “Estou muito triste com essa crueldade. O Orelha era um cãozinho dócil. Não consigo assimilar tanta maldade contra animais tão queridos”, escreveu. Ana Castela A cantora Ana Castela também reforçou que maus-tratos a animais são crime e apoiou a causa. “Matar cachorro é crime, decepar a pata de um cavalo é crime. Estou aqui para prestar meu apoio, não só pelo Orelha, mas por todos os animais que já sofreram. Não entra na minha cabeça como alguém pode ter um coração tão frio a ponto de fazer isso”, afirmou. Ana Castela se pronuncia sobre morte de cão comunitário Orelha, em Florianópolis Reprodução/Redes sociais Heloísa Périssé e Paula Burlamaqui No domingo (25), as atrizes Heloísa Périssé e Paula Burlamaqui também publicaram vídeos lamentando a morte de Orelha e cobrando uma resposta das autoridades. Em um dos vídeos, Heloísa alertou para o risco de escalada da violência. "Quem faz isso com um animal inocente tende a repetir esse modelo de violência com outros seres vivos. A gente precisa estar atento a isso”, afirmou. Gabb A influenciadora mineira Gabb também comentou o caso em um vídeo publicado no TikTok. Ela afirmou que não consegue parar de pensar na morte de Orelha e criticou a violência praticada pelos adolescentes. “Eu não consigo não pensar no caso do cão Orelha, em Santa Catarina, que foi brutalmente assassinado por adolescentes, e não é porque a pessoa é nova que ela não é mau caráter! Graças a essa ferramenta que a gente tem, que é a internet, a gente não vai deixar esse caso ser esquecido. A gente vai lutar pelo Orelha, porque a impunidade é o que mais revolta a gente”, disse. Carolina Arruda A jovem Carolina Arruda, que está em tratamento contra neuralgia do trigêmeo, condição conhecida como “a pior dor do mundo”, também publicou um vídeo no TikTok demonstrando indignação com o caso. “Esses quatro adolescentes saíram de noite com um único propósito: torturar e matar os animais. Sabe o que vai acontecer com eles? Nada! Hoje é um animal, mas amanhã é um ser humano. A gente não pode fingir que são adolescentes que não sabem o que estão fazendo e que não têm noção dos próprios atos!”, declarou. A jovem Carolina Arruda, que está em tratamento contra neuralgia do trigêmeo, se mostrou indignada com o caso do Orelha Reprodução/Redes sociais Luisa Mell A ativista Luisa Mell afirmou que teve acesso a informações preliminares do laudo pericial e que a situação pode ser ainda mais grave do que o divulgado inicialmente. “Parece que é muito pior do que a gente já sabe”, disse. Karol Queiroz A influencer também comentou o caso nas redes sociais. Ela afirmou que ficou impactada com a violência sofrida por Orelha. “Eles simplesmente espancaram o cachorro. É um caso muito triste. Estou trazendo isso para vocês para que a gente dê mais visibilidade ao que aconteceu e para que pessoas de elite não saiam impunes de um crime terrível que cometeram”, declarou. A influencer Karol Queiroz também comentou a violência sofrida por Orelha Reprodução/Redes sociais João Fantazzini Além dos artistas, o tutor de Joca, um golden retriever de cinco anos que morreu em 2024 após um erro no transporte de animais da companhia aérea Gol, também se manifestou. “É pesado ver a crueldade das pessoas. Os cães são seres que só têm amor dentro deles. Machucar e maltratar um animal é algo que não entra na minha cabeça. São quatro adolescentes, e isso tem relação com a criação. Cuidar bem de um animal vem de berço”, declarou. João Fantazzini lamenta morte do cão Orelha e pede por providências das autoridades Reprodução/Redes sociais Entenda o caso Segundo relatos de moradores, o cachorro estava desaparecido. Dias depois, uma das pessoas que cuidavam de Orelha, o encontrou durante uma caminhada, caído e agonizando. Ela recolheu o animal e o levou a uma clínica veterinária, mas, devido à gravidade dos ferimentos, não houve alternativa além da eutanásia. Em entrevista à NSC TV, o empresário e morador da região, Silvio Gasperin, explicou como tudo aconteceu e se emocionou ao falar sobre o caso. “A Fátima ficou sabendo, mas não encontrou ele de imediato. Em uma caminhada, achou ele jogado e agonizando. Recolheu, levou ao veterinário… precisa de justiça, né?”, disse. Morte de cão comunitário agredido entristece moradores da Praia Braiva, em Florianópolis Quem era Orelha? A Praia Brava tem três casinhas destinadas aos cães que se tornaram mascotes da região. Orelha era um deles. “Muita gente vinha trazer comida para eles, mas eu era o responsável por alimentá-los todos os dias. Eles não podiam ficar sem comida e sem cuidado”, contou o aposentado Mário Rogério Prestes, que acompanhava de perto os animais. Orelha era um dos cães que se tornaram mascotes da região da Praia Brava, em Florianópolis Reprodução/Redes sociais VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

FONTE: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/01/27/famosos-reagem-morte-cao-comunitario-agressoes-florianopolis.ghtml


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