MP pede arquivamento das investigações relacionadas à morte do cão Orelha por falta de provas

  • 12/05/2026
(Foto: Reprodução)
Cão Orelha morava na Praia Brava Reprodução/Redes sociais O Ministério Público de Santa Catarina protocolou um pedido de arquivamento das investigações relacionadas à morte do cão Orelha na Praia Brava, área turística de Florianópolis, ocorrida em 4 de janeiro deste ano, por falta de provas. O relatório de 170 páginas encaminhado à juíza Vanessa Bonetti Haupenthal, da Vara da Infância, foi protocolado na última sexta-feira (8). ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Cão Orelha: veja linha do tempo com os acontecimentos Idoso e dócil: quem era Orelha Em 9 de abril, três meses após a morte, o MPSC havia solicitado novas diligências à Polícia Civil, mesmo após a conclusão do inquérito, apontando lacunas e inconsistências no material reunido. As medidas apontavam a necessidade de aprofundar provas e possivelmente refazer análises para esclarecer contradições identificadas ao longo do inquérito. Novas diligências foram encaminhadas pela polícia ao Ministério Público, que analisou as informações produziu o relatório encaminhado ao Judiciário. Agora, cabe à juíza decidir se o caso será arquivado. O g1 buscou o Tribunal de Justiça de Santa Catarina, mas não obteve retorno até a última atualização da reportagem. Leia também: Indiciado por suposta coação de porteiro no caso Cão Orelha morre Laudo não identifica lesões na cabeça, mas morte por trauma não é descartada A investigação da Polícia Civil apontou que o cão foi vítima de agressão, e chegou a indiciar um adolescente por suposta participação na morte. No aprofundamento da investigação, no entanto, o MP não encontrou provas que justificassem que o caso fosse adiante. O corpo do cão chegou a ser exumado para produção de novo laudo sobre morte, mas o laudo pericial feito pela Polícia Científica não identificou a causa do óbtio do animal comunitário. O documento descartou qualquer fratura no esqueleto do animal, mas citou que a conclusão "não deve ser interpretada como ausência de trauma cranioencefálico ou mesmo em outras partes do corpo". À época das investigações, a Polícia Civil reiterou que não tinha imagens que mostrem as agressões sofridas pelo cão. Cão Orelha Jornal Nacional/ Reprodução Repercussão O caso ganhou repercussão internacional depois de uma grande mobilização da comunidade local que pedia justiça. Na imprensa internacional, veículos voltados ao público hispanofalante destacaram a indignação popular e o debate sobre impunidade e maus-tratos a animais. Em março, o governo federal anunciou o decreto Cão Orelha, em homenagem ao cão, que prevê a multa de R$ 1.500 a R$ 50 mil para quem cometer o crime de maus-tratos aos animais. O valor ainda pode chegar a R$ 1 milhão dependendo dos agravantes. Caso do cão Orelha VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias

FONTE: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/05/12/mp-pede-arquivamento-investigacoes-morte-cao-orelha-florianopolis.ghtml


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